De estudiante a referente del simracing: la historia de Ascher Racing
No simracing há dois tipos de marcas: as que fazem barulho e as que fazem as coisas bem. Na Simufy trabalhamos com as segundas, e a Ascher Racing é um dos melhores exemplos.

A sua história não começa como uma grande empresa, mas sim como uma solução pessoal. Um estudante que não conseguia aceder a determinado nível de hardware decidiu fabricá-lo por conta própria. O que começou assim acabou por evoluir até se tornar uma marca reconhecida no simracing mais exigente.
Hoje, Ascher Racing não se destaca pelo marketing, mas por algo mais importante: engenharia, ergonomia e sensações reais em pista. E é isso que realmente faz a diferença quando te colocas ao volante.
A origem da Ascher Racing: quando não podes comprar, constróis
A Ascher Racing nasce em 2014, mas não como uma marca pensada para vender, e sim como solução para um problema muito concreto. Martin Ascher, ainda estudante, não conseguia aceder a certo nível de hardware, por isso decidiu construí-lo ele próprio.
Os primeiros produtos que desenvolveu foram paddle shifters, desenhados para melhorar as sensações e a fiabilidade face ao que existia no mercado na altura. Sem procurar, outros utilizadores começaram a interessar-se por essas peças, e o que era um projeto pessoal começou a ganhar forma como produto.
A partir daí, a evolução foi natural: de componentes específicos para button boxes e volantes completos, mantendo sempre a mesma base. Não se tratava de competir em preço ou estética, mas sim de criar hardware que realmente funcionasse bem em pista.
E é isso que continua a definir a Ascher Racing hoje: uma marca que não nasce do marketing, mas da necessidade real de melhorar a experiência de condução.
O que torna a Ascher Racing diferente (e porque não é marketing)
Nem todo o hardware de simracing joga na mesma liga, embora muitas marcas pareçam semelhantes no papel. No caso da Ascher Racing, há uma diferença clara: não se trata de adicionar funções, mas de executar melhor cada detalhe.
Design orientado para desempenho
- Materiais pensados para uso intensivo
- Tolerâncias e construção precisas
- Foco na fiabilidade a longo prazo
- Sem extras desnecessários
Controlo sem distrações
- Thumb reach otimizado
- Acesso rápido a todos os controlos
- Uso confortável em sessões longas
- Menos movimentos desnecessários
O que realmente faz a diferença
- Soluções usadas em carros reais
- Sem simplificações
- Sensações mais fiéis
- Enfoque profissional
Dados que realmente ajudam
- Integração com SimHub
- LEDs configuráveis por carro
- Telemetria em tempo real
- Informação sem distrair
Engenharia acima de tudo
Em vez de adicionar funções sem critério, a Ascher Racing foca-se em resolver bem cada elemento do volante. Materiais, construção e ajustes são pensados para oferecer consistência, algo que se nota especialmente quando começas a exigir realmente do setup.
Ergonomia pensada para competir
Um dos pontos-chave é a forma como os controlos estão distribuídos. O conceito de thumb reach permite aceder a tudo sem largar o volante nem perder concentração, algo que faz diferença na condução real.
Hardware que vem do mundo real
Aqui não se procura imitar a competição, mas sim trabalhar com soluções que já funcionam nela. Parte da tecnologia utilizada é empregue diretamente em carros de corrida, o que se traduz em sensações mais naturais e precisas.
Software e telemetria: o extra que faz a diferença
Para além do hardware, a integração com ferramentas como SimHub permite adaptar o volante a cada carro. Desde LEDs até dados em tempo real, tudo está pensado para fornecer informação útil sem saturar.
Assim trabalha a Ascher Racing: dentro do processo
Há marcas que explicam bem o que fazem e outras que o demonstram. No caso da Ascher Racing, perceber como desenham e desenvolvem os seus produtos ajuda a entender porque estão onde estão hoje. Não é apenas o resultado final, mas como tomam decisões e o que priorizam em cada fase.
No final, é neste tipo de detalhes que se percebe a diferença: não é apenas hardware bem feito, é uma forma de trabalhar que se traduz diretamente no produto.
Team Redline, Verstappen e o efeito reputação
No simracing há colaborações que são puro marketing… e outras que refletem confiança real no produto. No caso da Ascher Racing, a sua relação com a Team Redline não é por acaso: estamos a falar de uma das equipas mais competitivas do mundo, onde o desempenho e a fiabilidade não são negociáveis.
Quando uma equipa deste nível aposta numa marca, não o faz pela estética ou tendência, mas porque o hardware responde em situações exigentes. É aqui que se percebe o posicionamento da Ascher Racing: produto pensado para competir, não apenas para mostrar.
Um exemplo curioso é o conhecido “volante rosa” visto em diretos de Max Verstappen. Longe de ser um lançamento comercial, foi uma peça única criada como presente, algo que também mostra o nível de personalização e proximidade da marca.
No final, mais do que anedotas, o importante é isto: quando o produto é utilizado em ambientes de máximo nível, deixa de ser marketing e passa a ser validação real.
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